Comissão da Câmara define encaminhamentos sobre serviços da Casan em São José

Os sete vereadores de São José, membros da Comissão Especial referente à Casan, definiram as duas primeiras estratégias para avançar na análise dos serviços de água e de esgoto prestados

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Em reunião realizada no último dia 17, na sede do Legislativo, os sete vereadores de São José, membros da Comissão Especial referente à Casan, definiram as duas primeiras estratégias para avançar na análise dos serviços de água e de esgoto prestados e a nova tarifação que está em consulta pública no site da Aresc (Agência de Regulação de Serviços Públicos).

  • Os encaminhamentos são:

– diligência ao Samae de Balneário Camboriú para tratar da situação da empresa de saneamento municipal em comparação à Casan, incluindo visita ao órgão municipal.

– encaminhamento à Assembleia Legislativa para sensibilizar os Deputados Estaduais contra a nova tarifação da Casan proposta, que vai onerar ainda mais os josefenses.

Nesta primeira reunião da Comissão, foram eleitos por unanimidade: Alexandre Rosa (DEM) como vice-presidente da Comissão e Edilson Vieira (PSDB), relator. O vereador Nardi Arruda (PSD), proponente da Comissão, preside os trabalhos. Além dos três vereadores, compõem a Comissão Especial: Abel Veiga (PHS), Clonny Capistrano (MDB), Jair Costa (PSD) e Sanderson Almeci de Jesus (MDB).

Ações já executadas

Antes mesmo da formação da Comissão Especial, os vereadores já haviam aprovado por unanimidade Moção de Contrariedade à nova tarifação da Casan e entregue à Aresc e ao Presidente da Alesc, Júlio Garcia. O vereador Nardi Arruda enviou como sugestão a moção de contrariedade a todas as Câmaras dos municípios atendidos pela Casan em Santa Catarina.

Sobre a nova tarifação

A Aresc está com consulta pública em vigor até 30 de abril para instituir um novo modelo de estrutura tarifária nos serviços de água e esgoto nos municípios atendimentos pela Casan.

Ao invés de cobrar a tarifa mínima de R$ 44,04 por 10m³, a tarifa ficaria em R$ 30,41 e mais R$ 2,04 por m³ utilizado (valor válido para a faixa até 11 m³). “Na prática, quem consumir mensalmente mais de 6,68 m³ vai pagar mais pela água e consequentemente pelo esgoto, além de aumentar de 12 a 18% as faixas de consumo residencial. Para ter uma ideia, um casal que trabalha fora consome em média 7m³”, explicou o vereador Nardi Arruda.

A população também pode se manifestar sobre a nova tarifação no link: http://www.aresc.sc.gov.br/index.php/documentos/consultas-publicas/consultas-publicas-agua/consultas-publicas-abertas/consultas-publicas-n-16.