Operação Alligator combate facções criminosas no Monte Cristo, em Florianópolis, nesta quinta (1º)

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A Polícia Civil deflagrou na manhã desta quinta-feira (1º) a Operação Alligator com o objetivo de combater as facções criminosas que agem no bairro Monte Cristo, na Capital, e cumprir cerca de 20 mandados de busca e apreensão e 10 de prisões temporárias na região que foi investigada. Até as 9h30min da manhã de hoje sete pessoas tinham sido presas. A Operação continua em andamento. A Coordenação é do Delegado da Polícia Civil João Adolpho Fleuy Castilho, da Central de Investigação do Continente (CICON).

A comunidade que está sendo alvo das diligências é denominada de “PC3” e é amplamente conhecida pela reiterada prática do crime de tráfico de drogas e por ser dominada pelas organizações criminosas que agem na área continental.

1º.08.2019 Operação Alligator 4

Através do trabalho de investigação, feito por policiais da CICON, foi possível identificar, e juntar indícios relevantes de autoria e materialidade, contra os supostos principais líderes de uma facção criminosa que domina aquela localidade. Eles seriam os responsáveis pelos crimes de tráfico de drogas, integrar organização criminosa e de posse/porte ilegal de arma de fogo.

O nome da operação policial faz referência à um logotipo de uma marca que é frequentemente utilizado pelos membros da organização criminosa investigada e fielmente usados para identificar seus membros.

As diligências foram judicialmente autorizadas pelo Juízo da Vara Criminal da Região Metropolitana de Florianópolis, que deferiu as prisões e as buscas representadas pela Polícia Civil, após a manifestação sobre as investigações emitida pela 39ª Promotoria de Justiça.

As equipes ainda estão cumprindo as ordens judiciais que foram expedidas e a operação prossegue durante todo o dia de hoje. As investigações e a operação policial foram desencadeadas pela Equipe da CICON e coordenadas pelo Delegado de Polícia Civil João Adolpho Fleuy Castilho.

1º.08.2019 Operação Alligator 1

A Operação foi coordenado pelo CICON e teve a participação da Coordenadoria de Operações Especiais (CORE), Central de Investigação do Leste/Sul(CILS), Delegacia de Homicídios de Florianópolis(DH), Delegacia de Polícia da Comarca de Palhoça, Setor de Investigação Criminal (SIC) do Complerxo do Continente, Delegacia de Repressão a Roubos (DRR), Serviço Aeropolicial (SAER) mais policiais militares do 22º Batalhão e do Canil, juntamente, com a Divisão de Operações com Cães e Escolta do Departamento de Prisional (DEAP).

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