FIK 2020 supera expectativas e terceira edição está confirmada para 2022

Mais de 150 atividades culturais foram realizadas gratuitamente durante os cinco dias do Festival, em Florianópolis

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FIK 2020 - crédito Verônica Gazola

A segunda edição do Festival Internacional de Arte e
Cultura José Luiz Kinceler, promovido pelo Centro de Artes (Ceart) da
Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc), superou as
expectativas. Durante os cinco dias do FIK 2020 – realizado de 8 a 12
de fevereiro, mais de 5 mil pessoas visitaram, participaram e
interagiram com as mais de 150 atividades culturais oferecidas.

A programação contou com apresentação de shows
musicais, como da banda paulista Francisco, El Hombre e da Bateria Show
da Escola Unidos da Ilha da Magia, 28 apresentações entre teatro,
dança e perfomance, 13 exposições artísticas, incluindo a 9ª
edição do Encontro de Livros de Fotografia de Autor, mais de 30
oficinas, além de uma feira com mais de 70 expositores e uma edição
da Parque Gráfico – Pocket Edition.

O evento teve ainda atrações dedicadas especialmente
para as crianças no FIK Criança, e recebeu a 2ª edição do Floripa
Eco Fashion, que tem como foco a moda sustentável.

Ao longo dos cinco dias foram realizadas também palestras, rodas de
conversas e residências artísticas. Uma delas, foi da artista
argentina Vilma Villaverde. A ceramista, que é membro da Academia
Internacional de Cerâmica, tem diversas obras em países da Ásia e da
Europa, e esculpiu a primeira escultura pública dela na América
Latina, durante o FIK 2020. A obra ficará exposta no campus da
universidade no Itacorubi.

Outras artistas que participaram e deixaram pela segunda vez um registro
no FIK, foram as artistas argentinas Anali Chanquia e Vanessa Galdeano,
criadoras do projeto Medianeras. Elas foram as responsáveis pela
pintura, junto da comunidade, do mural coletivo pintado na parede do
Bloco Amarelo, do Ceart.

O evento também teve uma atividade especial que foi a revitalização
das hortas verticais de José Luiz Kinceler, homenageado do Festival. A
ação foi coordenada por Isabela Mendes Sielski e o Coletivo Geodésica
Cultural Itinerante.

A coordenadora do FIK 2020, Cristina Rosa, destaca que a segunda
edição superou as expectativas e que a comunidade, tanto acadêmica,
como de moradores e turistas, soube apreciar e se fez presente nas
ações realizadas, todas gratuitamente.

“O balanço desta edição é melhor possível, mesmo com algumas
intempéries do tempo, a comunidade abraçou o Festival e esteve
presente”, disse a coordenadora que adianta ainda que a terceira
edição do Festival para 2022 está confirmada.

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