Vereadora celebra com novo livro seus 20 anos dedicados à causa animal em Florianópolis

Memórias do Canil (e outras histórias ) revela as aventuras e lutas de Maria da Graça Dutra

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Fundadora e ex-titular da Diretoria do Bem-Estar Animal de Florianópolis (Dibea), Maria da Graça Dutra tem uma trajetória marcada por iniciativas de proteção, acolhimento e defesa da vida e dignidade dos animais. Suas atividades a tornaram referência da causa animal na capital catarinense e por isso foi eleita vereadora de Florianópolis para a gestão 2017 – 2020. Para comemorar duas décadas de forte atuação na cidade, será lançado no próximo dia 23 de outubro, às 18 horas, na Câmara Municipal de Florianópolis, seu novo livro: Memórias do Canil – e outras histórias.  

Este é a segundo livro da autora. O primeiro, O Cavalo do Padeiro, foi publicado em 2011 e traçou a trajetória de vida da autora na luta pelos direitos dos animais, que lhe exigiram incansáveis esforços, norteada  pelos fios sutilmente entrelaçados da fortaleza e da ternura, que resultaram em grandes  conquistas para os animais de Florianópolis.

Em Memórias do Canil, Maria da Graça resgata as muitas histórias vividas e  protagonizadas por humanos e animais e as emoções despertadas  por este estreito convívio,  induzindo o leitor a refletir sobre as suas múltiplas personalidades, sobre o seu lugar no mundo, e  nas nossas vidas, concluindo  que  “um cão, um gato ou qualquer outro animal não é apenas um, é o, com artigo definido, porque é um ser único e o sujeito da sua própria existência”.

Na obra atual, Maria da Graça vai e volta no tempo, com passagens em Florianópolis e em países diversos, todos repletos de histórias da vida humana e a relação com os animais. Com a experiência de quem já viu e se compadeceu de muito sofrimento, ela usa palavras suaves em uma narrativa leve e respeitosa, transitando com delicadeza na mente do leitor. “Todos os relatos  são reais e aconteceram em diversos momentos da minha vida, em diversos lugares do mundo”, explica. “Algumas histórias são leves, outras divertidas e muitas comoventes, dependendo da personalidade do protagonista e das suas circunstâncias, mas em todas tenho o cuidado de não ferir a sensibilidade do leitor. A única  ordem  estabelecida é a de que, após derramar uma lágrima, o leitor possa dar uma boa risada”, resume a autora.